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O ex-presidente Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita em seu ombro, na manhã desta sexta-feira (1º), no hospital DF Star, em Brasília. O procedimento, realizado para tratar lesões na região, ocorreu sem intercorrências, e ele permanece em observação na unidade de terapia intensiva.
Conforme boletim médico divulgado por volta das 14h, a equipe responsável confirmou que a intervenção cirúrgica foi bem-sucedida, sem quaisquer complicações.
"No momento, encontra-se internado em unidade de internação para controle de dor e observação clínica", informa o comunicado oficial, detalhando a condição pós-operatória do ex-presidente.
A equipe médica que acompanha Bolsonaro é composta por especialistas renomados: o ortopedista Alexandre Firmino Paniago (cirurgião de ombro), Claudio Birolini (cirurgião geral), os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e Allisson B. Barcelos Borges (diretor geral do hospital).
A autorização para a realização da cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Exames e um relatório fisioterapêutico, anexados ao processo, atestaram a necessidade imperativa da cirurgia para a reparação das lesões identificadas na região do ombro do ex-presidente.
Desde 24 de março, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, uma decisão do ministro Alexandre de Moraes. Ele recebeu alta do mesmo hospital privado na capital federal, onde esteve internado anteriormente para tratamento de pneumonia bacteriana.
É importante contextualizar que, em setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão, em decorrência da ação penal referente à trama golpista.
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