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Terça-feira, 19 de Maio 2026
Notícias/Saúde

Anvisa aprova nova opção para tratamento de câncer de mama HER2-positivo com Enhertu

A indicação, que combina o medicamento com pertuzumabe, visa pacientes com doença irressecável ou metastática, baseada em estudo que demonstrou melhora clínica.

Anvisa aprova nova opção para tratamento de câncer de mama HER2-positivo com Enhertu
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente uma nova indicação terapêutica para o medicamento Enhertu (trastuzumabe deruxtecana), em combinação com pertuzumabe. Esta decisão representa um avanço crucial para o tratamento de primeira linha de pacientes com câncer de mama HER2-positivo (IHC 3+ ou ISH+), especialmente para casos irressecáveis ou metastáticos, oferecendo uma nova perspectiva e melhoria nos resultados clínicos.

Já registrado no Brasil para o tratamento do câncer de mama, o Enhertu agora será utilizado em conjunto com o pertuzumabe. Essa combinação é destinada ao tratamento de primeira linha para pacientes que enfrentam o câncer de mama HER2-positivo em estágios avançados, abrangendo duas situações específicas:

  • Irressecável: Refere-se a tumores que não podem ser completamente removidos por intervenção cirúrgica.
  • Metastático: Indica que a doença se disseminou do seu local de origem para outras regiões do corpo.

O que significa câncer de mama HER2-positivo?

O subtipo HER2-positivo, que abrange aproximadamente 20% dos diagnósticos de câncer de mama, é conhecido por seu comportamento clínico mais agressivo. Ele está associado a um risco elevado de progressão da doença e a um prognóstico menos favorável, principalmente em estágios avançados ou quando há metástase.

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Apesar dos significativos avanços terapêuticos alcançados, essa condição ainda é considerada incurável em muitos casos. Isso a posiciona como um desafio relevante para a saúde pública, demandando continuamente novas abordagens de tratamento.

A fundamentação para a nova indicação da Anvisa baseou-se em um estudo clínico robusto. Este demonstrou uma melhora clinicamente relevante e estatisticamente significativa na sobrevida livre de progressão para os pacientes tratados com a nova combinação.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil
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