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TERÇA - FEIRA 26/05/2026
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Justiça condena quadrilha por crime brutal contra advogado de Timbó: vítima foi torturada, mantida em cativeiro e obrigada a transferir dinheiro antes de morrer

A Justiça de Santa Catarina condenou quatro integrantes de uma quadrilha responsável por um crime de extrema violência que chocou a região do Vale Europeu.

Justiça condena quadrilha por crime brutal contra advogado de Timbó: vítima foi torturada, mantida em cativeiro e obrigada a transferir dinheiro antes de morrer
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A Justiça de Santa Catarina condenou quatro integrantes de uma quadrilha responsável por um crime de extrema violência que chocou a região do Vale Europeu. O grupo foi considerado culpado por torturar, matar e ocultar o corpo do advogado Leandro Drews, natural de Timbó, além de praticar extorsão e desvio de valores da vítima.

As penas somadas ultrapassam 152 anos de prisão. Individualmente, cada réu foi condenado a 38 anos e dois meses de reclusão em regime fechado. A sentença foi proferida no dia 11 de abril e ainda cabe recurso.

Crime premeditado e executado na virada do ano

De acordo com as investigações, o assassinato foi planejado e contou com a participação de pessoas próximas à vítima. O advogado foi atraído no dia 30 de dezembro de 2024, em Blumenau, e levado até uma casa de veraneio no município de Rio dos Cedros.

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No local, ele foi mantido em cativeiro, submetido a agressões, ameaças e até sedação. Sob violência, foi forçado a realizar transferências bancárias que ultrapassaram R$ 400 mil. A morte ocorreu no dia 1º de janeiro de 2025, em decorrência das agressões sofridas.

Corpo ocultado e localizado semanas depois

Após o crime, os autores ocultaram o corpo em uma área de difícil acesso em Doutor Pedrinho. A localização só foi possível no dia 31 de janeiro, após buscas intensas e a colaboração de um dos envolvidos.

Além das condenações por homicídio, os réus também responderam por associação criminosa, extorsão, lavagem de dinheiro e corrupção de menor, já que um adolescente participou da ação.

Parte do dinheiro obtido com o crime foi usada na compra de bens, como veículos, em uma tentativa de esconder a origem ilícita dos valores. A Justiça também determinou o pagamento de R$ 425 mil em indenização à família da vítima.

FONTE/CRÉDITOS: REDAÇÃO

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