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TERÇA - FEIRA 26/05/2026
Notícias/Saúde

Governo de São Paulo intensifica vacinação contra febre amarela no Grande ABC

Ação preventiva é motivada por óbito de primata em Santo André

Governo de São Paulo intensifica vacinação contra febre amarela no Grande ABC
© Rovena Rosa/Agência Brasil
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O Governo de São Paulo anunciou o reforço da campanha de vacinação contra a febre amarela em toda a região do Grande ABC, que abrange sete municípios da Grande São Paulo. Essa medida preventiva foi implementada após a confirmação da morte de um primata não humano em Santo André, sinalizando a circulação do vírus e um potencial risco de transmissão para a população.

Até o momento, o estado paulista registra nove casos de febre amarela em humanos, com cinco óbitos confirmados.

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo alerta que a detecção do vírus em primatas é um indicativo de risco de transmissão em áreas de mata, parques, unidades de conservação e regiões adjacentes a corredores ecológicos.

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Em Santo André, a imunização é especialmente recomendada para crianças a partir dos seis meses de idade. Crianças entre seis e oito meses devem receber a “dose zero” da vacina.

Idosos com 60 anos ou mais, gestantes e mulheres que amamentam crianças de até seis meses devem passar por avaliação médica antes de serem vacinados.

Para os moradores de São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, a recomendação de vacinação se estende a indivíduos a partir dos nove meses de idade. Isso inclui aqueles que frequentam áreas de risco ou que ainda não completaram o ciclo de imunização.

Indivíduos que receberam a dose fracionada da vacina em 2018, durante o último surto da doença no estado, devem procurar uma unidade de saúde para receber a dose completa.

Entenda a febre amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, transmitida exclusivamente por mosquitos em áreas silvestres e rurais.

É importante ressaltar que não ocorre transmissão direta da doença entre pessoas, nem de primatas para humanos.

Desde 1942, o Brasil não registra casos de febre amarela de transmissão urbana.

FONTE/CRÉDITOS: Guilherme Jeronymo - Repórter da Agência Brasil

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