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O dissídio de greve envolvendo os funcionários da Caixa Econômica Federal será analisado na tarde desta terça-feira (29) pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A paralisação dos empregados teve início em 10 de setembro, após o encerramento do acordo coletivo de trabalho que vigorava até 31 de agosto.
O processo de dissídio coletivo é instaurado quando as negociações diretas falham e uma das partes recorre à Justiça do Trabalho para mediar o conflito. Representantes dos trabalhadores apontam que houve 13 rodadas de negociação e mediação prévia sem avanço definitivo.
A principal divergência entre a instituição financeira e os empregados diz respeito ao novo modelo de custeio do plano de saúde do banco. Enquanto a direção propõe alterações, a categoria defende que o tema não pode ser definido de maneira unilateral.
Em contestação apresentada ao TST, os empregados argumentam que a paralisação é legítima e não abusiva. Por outro lado, a Justiça determinou que 60% do quadro retorne ao atendimento presencial ou remoto, sob pena de multa diária.
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