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Nesta quinta-feira (7), o **Supremo Tribunal Federal (STF)** confirmou a **prisão** do deputado estadual **Thiago Rangel** (Avante), em uma decisão unânime da Primeira Turma que também estabeleceu a impossibilidade de a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) rever a medida. A detenção, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, está ligada à Operação Unha e Carne, que investiga supostas fraudes em contratos da Secretaria de Educação do estado.
Além do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, os magistrados Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia também manifestaram voto favorável à manutenção da custódia.
O colegiado do **STF** ratificou, ainda, o entendimento do ministro Moraes de que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) **não poderá rever** a decisão que culminou na detenção do parlamentar.
A **prisão** de **Thiago Rangel** ocorreu na terça-feira (5), como desdobramento da quarta fase da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal (PF). Esta operação investiga alegadas irregularidades em contratos de aquisição para a Secretaria de Educação fluminense.
A Constituição do Estado do Rio de Janeiro prevê que, em casos de **prisão** de um deputado, a respectiva Casa Legislativa deve deliberar, em até 24 horas, sobre a manutenção da medida.
Entretanto, o ministro Alexandre de Moraes argumentou que essa regra não se aplica automaticamente ao caso de **Thiago Rangel**, considerando-a "não razoável, proporcional e adequada" para a situação em questão.
Ele afirmou que a aplicação irrestrita dessa prerrogativa poderia desvirtuar sua natureza, permitindo a "perpetuação de impunidade de verdadeiras organizações criminosas infiltradas no seio do Poder Público."
A defesa do deputado
Em comunicado à imprensa emitido após a detenção, a equipe jurídica de **Thiago Rangel** reiterou que o parlamentar nega veementemente a prática de quaisquer atos ilícitos. A defesa assegurou que ele se colocará à disposição para prestar todos os esclarecimentos pertinentes ao longo da investigação.
Para aprofundar-se no tema, acompanhe a cobertura completa no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.
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