Uma “brincadeira” perigosa e potencialmente fatal está se espalhando entre crianças e adolescentes, inclusive em escolas públicas e privadas: o Jogo do Desmaio — também conhecido como desafio do apagão, blackout challenge ou brincadeira do bem-estar. O nome inocente esconde uma prática extremamente arriscada, que já levou jovens ao hospital e, em casos registrados no Brasil e no mundo, à morte.

O jogo consiste em prender a respiração ou aplicar pressão no pescoço para induzir um desmaio temporário, provocando uma rápida falta de oxigênio no cérebro — algo que pode resultar em lesões neurológicas permanentes, convulsões, coma e até parada cardíaca.

“Meu filho disse que viu colegas fazendo isso no banheiro da escola. Eu fiquei em choque. Não sabia que isso estava acontecendo tão perto da gente”, relata uma mãe indignada, que prefere não se identificar.

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⚠️ ALERTA MÁXIMO PARA FAMÍLIAS E PROFESSORES

O jogo circula em vídeos no TikTok, YouTube e até mesmo via WhatsApp. Crianças entre 8 e 14 anos são as mais suscetíveis, muitas vezes sem compreender os riscos reais do desafio. A pressão por curtidas, aceitação social ou simples curiosidade está levando muitos ao limite — literalmente.

Educadores relatam que alunos já foram flagrados tentando o "desafio" dentro dos banheiros ou no recreio, longe dos olhos da supervisão escolar. “Não é exagero dizer que estamos lidando com uma ameaça silenciosa dentro da escola”, afirma uma professora da rede pública de Indaial.

📣 O QUE OS PAIS DEVEM FAZER?

  • Converse com seus filhos imediatamente sobre os riscos dessa prática.

  • Supervisione o conteúdo que eles consomem nas redes sociais.

  • Reforce que a vida real não é um vídeo de desafio.

  • Alinhe-se com a escola para medidas de prevenção e orientação coletiva.

📚 E A ESCOLA?

É fundamental que as instituições de ensino implementem campanhas educativas, rodas de conversa, orientação com psicólogos e políticas claras de prevenção. Ignorar o problema é contribuir para que ele cresça.

"Precisamos parar de tratar esses casos como 'coisa de criança'. Isso é uma questão de saúde pública e pode custar vidas", alerta um especialista em comportamento infantojuvenil.


🚨 NÃO É BRINCADEIRA. É UM ALERTA.

Pais, mães, professores: conversem. Observem. Denunciem. Salvar uma vida pode começar com uma simples conversa hoje.

FONTE/CRÉDITOS: REDAÇÃO VALE EUROPEU NOTÍCIAS