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TERÇA - FEIRA 26/05/2026
Notícias/Cotidiano

Greve na CPTM afeta operação de três linhas de trens em São Paulo

Paralisação suspendeu o rodízio municipal de veículos na capital e motivou o acionamento de ônibus do Paese e reforço na frota do metrô nesta terça-feira.

Greve na CPTM afeta operação de três linhas de trens em São Paulo
© Rovena Rosa/Agência Brasil
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Uma greve na CPTM deflagrada à meia-noite desta terça-feira (4) provocou a paralisação parcial das linhas 11-Coral e 12-Safira, além do bloqueio total da linha 13-Jade. O movimento grevista dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos afeta diretamente o deslocamento de milhares de passageiros na Grande São Paulo.

Segundo a empresa, a linha 11-Coral opera apenas no trecho entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Guaianases. Já a linha 12-Safira atende exclusivamente o trajeto entre Brás e Engenheiro Goulart, enquanto a linha 13-Jade permanece com o atendimento completamente suspenso.

Para mitigar os impactos da paralisação, a Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos ao longo do dia. Adicionalmente, o Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situação de Emergência (Paese) foi acionado com ônibus circulando na região dos trechos afetados.

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Impactos no trânsito e metrô

Como medida complementar, o metrô colocou composições extras em circulação nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Apesar do reforço, usuários enfrentam forte lotação nas estações abertas. Por volta das 7h50, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou 412 quilômetros de congestionamento na capital.

Reivindicações da categoria

Os trabalhadores protestam contra o processo de privatização das linhas conduzido pelo governo estadual, concluído em julho. As operações da empresa Trívia, que assumiu a concessão, foram temporariamente suspensas após um incêndio na primeira semana de atividades.

A categoria exige a garantia de estabilidade para cerca de 4 mil funcionários e o cancelamento do processo de privatização, alegando falta de transparência e prejuízos aos trabalhadores e à população paulista.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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