Aguarde, carregando...

TERÇA - FEIRA 26/05/2026
Notícias/Política

TRE-RJ desmonta urna eletrônica em evento para comprovar segurança do voto

Ação integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e busca rebater desinformações com explicações detalhadas sobre os mecanismos contra fraudes.

TRE-RJ desmonta urna eletrônica em evento para comprovar segurança do voto
© Fernando Frazão/Agência Brasil
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) apresentou publicamente, nesta segunda-feira (3), o funcionamento interno da urna eletrônica. Durante o encontro no Rio de Janeiro, o órgão desmontou o equipamento para jornalistas e entidades fiscalizadoras, buscando reforçar a transparência do sistema e combater campanhas de desinformação.

A atividade integra a programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. O objetivo central é demonstrar a integridade do processo eleitoral brasileiro frente aos frequentes ataques registrados nas redes sociais desde o último pleito.

O presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, destacou que a legitimidade do sistema é garantida por checagens contínuas. Segundo o magistrado, o código-fonte é examinado por universidades, Forças Armadas, Ministério Público, partidos políticos e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Leia Também:

Mecanismos de proteção e funcionamento interno

O secretário de Tecnologia da Informação do órgão, Michel Kovacs, detalhou a estrutura do dispositivo e ressaltou que barreiras físicas e digitais impedem qualquer tentativa de manipulação.

Entre os recursos de proteção estão lacres da Casa da Moeda, assinaturas digitais, biometria e auditorias frequentes. No dia da votação, a gravação ocorre simultaneamente na memória interna e em mídias externas. Se houver falha técnica, uma mídia de contingência transfere os dados para um aparelho reserva sem perda de votos.

Kovacs enfatizou que a máquina opera de forma isolada, sem conexão com a internet. Além disso, a Justiça Eleitoral é responsável por desenhar toda a especificação de software e hardware, impedindo que a fabricante contratada tenha controle total dos aparelhos.

Voto em papel é visto como retrocesso

Ao ser questionado sobre a possibilidade de retorno do voto em papel, Kovacs recordou que o sistema eletrônico foi introduzido em 1996 para erradicar fraudes da época das cédulas impressas, como adulterações e sumiço de votos.

O secretário concluiu afirmando que a contagem manual é custosa, demorada e sujeita a erros humanos. Para o especialista, abandonar o modelo atual representaria um retrocesso para o país.

FONTE/CRÉDITOS: Rafael Cardoso - Repórter da Agência Brasil

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Vale Europeu Notícias
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR