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Com discursos inflamados, ataques às instituições e desprezo por normas democráticas, Donald Trump se consolidou como um símbolo do autoritarismo moderno. Sua tentativa de se manter no poder a qualquer custo, mesmo após ser derrotado nas urnas em 2020, culminou na invasão ao Capitólio — um marco alarmante de extremismo político.
No Brasil, esse modelo encontrou eco em Jair Bolsonaro, que não só replicou a retórica de Trump, mas também se alinhou com ele em pautas como negacionismo climático, desinformação eleitoral e ataques ao Judiciário. A influência do trumpismo no bolsonarismo não é apenas simbólica: há uma conexão real de apoio político, ideológico e até estratégico entre os dois líderes.
Apoio a golpes, desrespeito à Constituição, incentivo ao ódio e à intolerância se tornaram elementos centrais dessa aliança. O resultado no Brasil foi trágico: o aumento da radicalização política, o enfraquecimento das instituições e o episódio golpista de 8 de janeiro de 2023, quando extremistas bolsonaristas invadiram as sedes dos Três Poderes, repetindo o que Trump inspirou nos EUA.
Além disso, a agenda econômica de ambos favoreceu os mais ricos, com cortes de impostos e resistência à taxação de grandes fortunas, enquanto a maioria da população enfrentava crise, desemprego e perda de direitos.
Falar sobre esse eixo Trump-Bolsonaro não é apenas relembrar o passado recente, mas denunciar um projeto autoritário em escala global, que ameaça as democracias sob o pretexto de "liberdade".
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