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A Medida Provisória 1379/26, que institui a terceira edição do Plano Brasil Soberano, recebeu aval nesta quinta-feira (5) da comissão mista responsável pela análise. A iniciativa visa neutralizar os impactos negativos do recente tarifaço imposto pelos Estados Unidos, oferecendo linhas de crédito com juros subsidiados para empresas brasileiras que dependem do mercado externo.
Segundo a relatora da proposta, a senadora Leany Lemos (PSB-DF), o programa já beneficiou mais de 1.700 operações em suas fases anteriores. Esta nova rodada amplia o volume de desembolsos em R$ 13,5 bilhões, utilizando uma combinação estratégica de verbas do Tesouro Nacional e do BNDES.
Impacto estratégico e setores beneficiados
A ampliação do alcance do programa é um pilar central para a resiliência da economia. Além das companhias afetadas pelas tarifas, o auxílio agora abrange exportadores prejudicados por instabilidades geopolíticas, como o conflito entre EUA e Irã, priorizando setores como minerais críticos, fertilizantes e a indústria de transformação.
O suporte financeiro abrange diversas finalidades, incluindo capital de giro, modernização tecnológica e aquisição de maquinário. Estão contemplados segmentos variados, desde a agricultura e pecuária até a indústria automotiva e farmacêutica.
Para manter sua validade jurídica, o texto precisa ser aprovado pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado até o dia 18. Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias.
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