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Terça-feira, 17 de Março 2026

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“Se roubou, vai preso”, vereador cobra apuração ética após prisão que expôs a Câmara de Vereadores de Blumenau

Um pronunciamento contundente marcou a sessão da Câmara de Vereadores de Blumenau nesta quinta-feira, dia 5, após a prisão de um parlamentar da Casa no âmbito de uma investigação policial que apura suspeitas de rachadinha, corrupção e lavagem de dinh

“Se roubou, vai preso”, vereador cobra apuração ética após prisão que expôs a Câmara de Vereadores de Blumenau
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Um pronunciamento contundente marcou a sessão da Câmara de Vereadores de Blumenau nesta quinta-feira, dia 5, após a prisão de um parlamentar da Casa no âmbito de uma investigação policial que apura suspeitas de rachadinha, corrupção e lavagem de dinheiro. O discurso, feito na tribuna durante sessão oficial, elevou o tom do debate e cobrou uma resposta institucional imediata do Legislativo.

Ao se manifestar, o vereador Egídio Beckhauser (Republicanos) classificou o episódio como um dos mais graves da história política do município, destacando que, em 143 anos, é a primeira vez que a Câmara se torna palco de uma ação policial dessa natureza. Para ele, o caso representa uma “vergonha institucional” e não pode ser tratado com silêncio ou constrangimento.

O parlamentar ressaltou que a prisão ocorreu com base em investigação formal conduzida pela autoridade policial, afastando qualquer interpretação de que se trate de boatos ou disputa política. Segundo ele, embora seja fundamental respeitar o princípio constitucional da presunção de inocência, isso não pode servir como justificativa para a inércia ética da Casa.

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Durante o pronunciamento, Beckhauser cobrou a imediata instauração de um processo na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Ele lembrou que a função da comissão é preservar a instituição, e não proteger indivíduos, defendendo que a apuração interna é necessária para manter a credibilidade da Câmara diante da população.

“O mandato popular não pode ser escudo para práticas suspeitas”, afirmou, acrescentando que a omissão compromete a autoridade moral do Legislativo para fiscalizar outros agentes públicos. Para o vereador, não se trata de perseguição, mas de responsabilidade política, respeito ao decoro parlamentar e compromisso com os cidadãos que confiam no trabalho dos representantes eleitos.

O discurso também destacou a importância de que qualquer investigação ética seja conduzida com transparência, garantindo contraditório e ampla defesa, mas sem acordos de bastidores ou tentativas de blindagem. Beckhauser afirmou que quem honra o mandato não deve temer a apuração dos fatos.

Ao encerrar, o parlamentar alertou que a população acompanha atentamente os desdobramentos do caso e que cada posicionamento, silêncio ou decisão ficará registrado na história política da cidade. Segundo ele, o episódio pode se tornar um divisor de águas para a reconstrução da credibilidade da Câmara ou, caso contrário, aprofundar a desconfiança da sociedade em relação à política local.

https://www.instagram.com/reel/DUZfW0Ckf0x/?igsh=ODNsajFucHljdjd3

FONTE/CRÉDITOS: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
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