A paciência dos moradores da Rua Johann Ohf chegou ao limite. Após mais de seis meses de promessas não cumpridas, a comunidade acusa a Secretaria de Trânsito e o próprio secretário da pasta de falta de comprometimento, responsabilidade e respeito diante de problemas antigos e recorrentes na via, especialmente relacionados ao excesso de velocidade e à precária infraestrutura.
Segundo os moradores, diversas Tentativas e solicitações formais foram realizadas ao longo dos últimos meses. Em todas elas, teriam sido apresentadas promessas de soluções, como medidas de redução de velocidade, sinalização adequada e melhorias estruturais. No entanto, nenhuma ação concreta saiu do papel até o momento.
O resultado, afirmam os residentes, é uma rua cada vez mais perigosa, onde veículos trafegam em alta velocidade, colocando em risco pedestres, crianças e idosos, além de motoristas que utilizam a via diariamente. A situação é agravada pelas condições da infraestrutura, que, segundo relatos, também contribuem para a insegurança e para o risco de acidentes.
“Não é falta de aviso. Já alertamos, pedimos, cobramos e aguardamos. O que falta agora é respeito”, relatou um morador, que preferiu não se identificar. A sensação predominante na comunidade é de abandono pelo poder público e de descaso com a segurança da população.
Diante da ausência de respostas efetivas, os moradores afirmam que pretendem levar o caso ao Ministério Público, buscando intervenção para que medidas sejam adotadas e para que as promessas feitas sejam finalmente cumpridas. A mobilização é vista como o último recurso após meses de espera e frustração.
O caso escancara um problema recorrente na gestão pública: anúncios que não se transformam em ações, enquanto a população segue exposta a riscos diários. A comunidade da Rua Johann Ohf agora cobra mais do que discursos — exige providências imediatas, antes que a negligência resulte em tragédias anunciadas.
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