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TERÇA - FEIRA 26/05/2026
Notícias/Cotidiano

Jogo de Azar e Legalidade: Um Olhar sobre a Proibição dos Cassinos no Brasil"

Quase todos os jogos já são liberados no Brasil: Mega-Sena, Lotomania, Trimania, Casas de Poker, corridas de cavalo… Isso sem falar nas famigeradas bets, que hoje dominam o Brasil e o mundo.

Jogo de Azar e Legalidade: Um Olhar sobre a Proibição dos Cassinos no Brasil
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Quase todos os jogos já são liberados no Brasil: Mega-Sena, Lotomania, Trimania, Casas de Poker, corridas de cavalo… Isso sem falar nas famigeradas bets, que hoje dominam o Brasil e o mundo. As bets trazem investimento quase zero para o país e praticamente não contribuem em nada para a geração de emprego e renda para os brasileiros.

Porém, os cassinos, aqueles físicos, de tijolo e cimento, com milhares de funcionários, continuam proibidos no Brasil. São justamente os cassinos aqueles estabelecimentos que mais gerariam investimentos em formação bruta de capital fixo (instalação de resorts, por exemplo), que mais gerariam externalidades positivas (turismo internacional, hotelaria, bares e restaurantes: todos altamente dependentes de mão de obra local), que mais gerariam arrecadação de impostos para o governo e que mais trariam empregos e renda para a comunidade local.

“Ah, mas os viciados…”, “Ah, mas as destruições das famílias…” Sim, são possíveis efeitos colaterais negativos dos cassinos, mas que JÁ EXISTEM no caso de todos os outros jogos já legalizados, sem falar no caso do álcool e outras drogas, lícitas e ilícitas. Ou seja, o viciado hoje já consegue se destruir ou destruir sua família.

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Além disso, é muito mais fácil endereçar esse problema nos cassinos físicos, “de carne e osso”, do que em qualquer outro jogo já legalizado, pois, com a tecnologia atual de câmeras com reconhecimento facial, é muito mais simples identificar um possível viciado e restringir ou proibir o seu acesso. Isso já é feito em cidades como Las Vegas, por exemplo.

Isso tudo sem falar em questões filosóficas de direitos individuais, como, por exemplo, o cidadão ter a possibilidade de decidir como quer gastar o seu dinheiro, que é fruto do seu trabalho, sem depender de autorização do Estado-babá, como já foi bem colocado pelo autor americano David Harsanyi.

Para finalizar, poucos países no mundo proíbem totalmente os cassinos como o Brasil o faz. Basicamente, apenas os países dominados pela sharia ou pelo comunismo mais ultrapassado.

Já passou da hora de legalizarmos os cassinos físicos no Brasil e assim trazer novos e importantes investimentos, atrair turistas, gerar novos empregos e dar mais oportunidade de renda para as comunidades locais.

 

FONTE/CRÉDITOS: Kahlil Zattar Presidente Estadual do NOVO SC

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