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A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 7,74 bilhões em setembro, impulsionada principalmente pelos setores de petróleo, combustíveis, soja e cobre. O valor representa mais do que o dobro do registrado no mesmo mês do ano anterior.
O desempenho favorável decorreu do avanço de 12,9% nas exportações. Os dados oficiais foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).
Este foi o segundo melhor resultado para o mês de setembro na série histórica. O recorde absoluto para o período continua pertencer ao ano de 2023, quando o saldo positivo alcançou US$ 9,18 bilhões.
Principais números do período
• Superávit: US$ 7,74 bilhões (+146,4% ante o ano anterior);
• Exportações: US$ 34,42 bilhões (+12,9%);
• Importações: US$ 26,68 bilhões (-2,4%);
• Corrente de comércio: US$ 61,09 bilhões (+8%).
A corrente de comércio marcou o maior valor já visto para meses de setembro. No cenário geral, fica atrás apenas de junho deste ano, quando atingiu US$ 61,99 bilhões.
Crescimento das exportações
A alta das vendas externas teve liderança da indústria extrativa. Na sequência, apareceram a indústria de transformação e o agronegócio.
As vendas para os Estados Unidos subiram 31,9% em setembro, apesar de novas tarifas. Já para a Europa, a alta refletiu os reflexos comerciais com o Mercosul.
Revisão de projeções
Apesar do resultado positivo, o Mdic revisou para baixo a projeção do superávit para o acumulado do ano. A estimativa passou de US$ 90 bilhões para US$ 84,4 bilhões.
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