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O Ministério do Planejamento e Orçamento anunciou a liberação de R$ 1,88 bilhão do orçamento de 2026, sendo o orçamento de 2026 o foco principal das atenções econômicas desta semana. O montante beneficia diretamente o Ministério das Cidades e o Ministério da Saúde.
A pasta comandada pelas Cidades recebeu R$ 1,46 bilhão, enquanto o descongelamento para a Saúde atingiu R$ 41,9 milhões.
Os novos limites constam em um decreto veiculado em edição extraordinária do Diário Oficial da União. A medida ocorre seis dias após o envio do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas ao Congresso Nacional.
Conforme o documento oficial, grande parte dos recursos desbloqueados deriva do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de emendas parlamentares.
Em contrapartida, os demais Poderes sofreram um contingenciamento de R$ 86,2 milhões. Os órgãos federais têm prazo até 7 de outubro para detalhar a alocação das verbas.
Emendas parlamentares
Apesar da injeção de verbas, ainda permanecem congelados R$ 3,304 bilhões em emendas de bancada. O processo segue regras da Lei Complementar 210/2024 para garantir maior transparência.
O Congresso mantém a prerrogativa de definir quais programações serão preservadas de eventuais cortes, respeitando sempre os limites fiscais impostos pelo governo.
Faseamento e regras fiscais
O governo também aplica o faseamento de empenho, limitando temporariamente o ritmo de novos compromissos financeiros para evitar estouros de caixa caso a arrecadação flutue.
O arcabouço fiscal diferencia bloqueios por excesso de despesas obrigatórias e contingenciamentos por queda na arrecipação, mantendo o controle das contas públicas ao longo do ano.
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