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O esporte brasileiro amanheceu em luto nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026. Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e o maior pontuador já registrado na modalidade. Ídolo de gerações, ele travava desde 2011 uma longa e corajosa batalha contra um tumor cerebral.
Conhecido eternamente como “Mão Santa”, Oscar construiu uma trajetória que ultrapassa números e estatísticas. Ainda assim, os números impressionam: foram mais de 49 mil pontos ao longo da carreira, marca que o consagrou como o maior cestinha da história do basquete — feito reconhecido internacionalmente e reverenciado por atletas e especialistas.
Pela Seleção Brasileira de Basquete, Oscar foi sinônimo de liderança e talento. Participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos e protagonizou um dos capítulos mais memoráveis do esporte nacional: a histórica vitória sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de 1987, um marco que ajudou a eternizar seu nome no imaginário esportivo brasileiro.
Mesmo sem ter atuado na NBA, sua carreira jamais foi menor por isso — ao contrário, foi construída com identidade própria, fidelidade às suas convicções e uma paixão inegociável pelo jogo. Oscar escolheu trilhar seu caminho à sua maneira, tornando-se referência global e símbolo de independência no esporte.
Dentro e fora das quadras, era conhecido por sua personalidade forte, autenticidade e amor incondicional ao basquete. Inspirou gerações de atletas, incentivou jovens talentos e ajudou a popularizar a modalidade no Brasil, deixando um legado que vai muito além das cestas convertidas.
A notícia de sua morte provocou uma onda de comoção em todo o país. Familiares, amigos, ex-companheiros e fãs prestam homenagens àquele que não foi apenas um atleta extraordinário, mas um verdadeiro patrimônio do esporte brasileiro.
Oscar se vai, mas sua história permanece viva — em cada quadra, em cada arremesso e em cada jovem que sonha em seguir seus passos. A “Mão Santa” descansa, mas sua lenda jamais será esquecida.
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