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Terça-feira, 17 de Março 2026

Notícias/Cotidiano

A Polícia Federal (PF) afirma em seu relatório final sobre a Abin Paralela que um assessor de Alexandre Ramagem na Agência Brasileira de Inteligência recebeu propina de uma empresa

Ramagem, um dos indiciados pela PF, foi diretor-geral da Abin durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e teve como assessor o policial federal Felipe Arlotta.

A Polícia Federal (PF) afirma em seu relatório final sobre a Abin Paralela que um assessor de Alexandre Ramagem na Agência Brasileira de Inteligência recebeu propina de uma empresa
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A Polícia Federal (PF) afirma em seu relatório final sobre a Abin Paralela que um assessor de Alexandre Ramagem na Agência Brasileira de Inteligência recebeu propina de uma empresa com contratos na Abin.
 

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Ramagem, um dos indiciados pela PF, foi diretor-geral da Abin durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e teve como assessor o policial federal Felipe Arlotta.
 
Segundo a PF, durante a gestão de Ramagem, a Abin fechou cerca de R$ 9,6 milhões em contratos com a Berkana Tecnologia. Arlotta, por sua vez, enquanto assessorava Ramagem na Abin passou a atuar no canal Diário de Honra, no YouTube.
 
O canal, segundo a PF, era gerenciado pela empresa DH Web, em nome da mãe de Arlotta. “As evidências comprovaram, de forma inequívoca, que Felipe Arlotta era, de fato, o administrador e gestor da referida pessoa jurídica”, diz a PF sobre a DH Web.
Ainda de acordo com a PF, em maio de 2022, a DH Web firmou contrato de patrocínio com a Berkana Tecnologia. O acordo previa, diz a PF, o pagamento mensal de R$ 5 mil “em troca da divulgação de sua marca e produtos no canal Diário da Honra”.
 
 
“Do exposto, os pagamentos mensais de R$ 5.000,00 realizados pela Berkana Tecnologia à empresa DH Web, sem prejuízo das outras empresas, gerida de fato por Felipe Arlota, sob a rubrica de patrocínio, configuram, na realidade, vantagem econômica indevida oferecida e recebida em razão do cargo ocupado por Felipe Arlotta na ABIN, em evidente conflito de interesses”, afirma a PF.
 
Segundo a PF, ao receber por meio da DH Web, o ex-assessor de Ramagem “buscava conferir aparência de legalidade (receita de patrocínio) a recursos de origem criminosa (corrupção), incorrendo, assim, em tese, no crime de lavagem de capitais”.

 

FONTE/CRÉDITOS: METRÓPOLES.COM
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