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A Multilog, uma das maiores plataformas de logística integrada do Brasil, com sede em Itajaí (SC), confirmou participação como expositora e patrocinadora da Logistique 2025. O evento, que é referência no setor logístico nacional, acontece entre os dias 12 e 14 de agosto, no Expocentro Júlio Tedesco, em Balneário Camboriú (SC).
Com mais de 2,2 milhões de metros quadrados de áreas de armazenagem e 35 unidades operacionais distribuídas pelo país, a Multilog é líder na gestão de recintos alfandegados e certificada como Operador Econômico Autorizado (OEA). A empresa atua em cinco Centros Logísticos Industriais Aduaneiros (CLIAs) e dois portos secos, atendendo segmentos como alimentos, bens de consumo, saúde, química, agronegócio, automotivo e tecnologia.
Segundo o CEO da Logistique, Leonardo Rinaldi, a presença da Multilog reforça o protagonismo do evento e a relevância dos encontros setoriais como ambiente de inovação e estímulo a novos investimentos. “É um reconhecimento à importância da logística no desenvolvimento do país”, destacou.
Plano estratégico prevê dobrar operação
Fundada há quase 30 anos, a Multilog vem crescendo de forma acelerada. Após alcançar R$ 1 bilhão em faturamento em 2022 e inaugurar três novos empreendimentos em 2023 — entre eles o Porto Seco de Dionísio Cerqueira (SC) e o Polo de Saúde em Alphaville (SP) — a empresa agora mira um novo ciclo de expansão.
O plano estratégico anunciado prevê investimentos de R$ 900 milhões entre 2026 e 2028, com foco nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Bahia. A meta é dobrar a capacidade operacional e atingir R$ 3 bilhões de faturamento até 2028.
“O projeto envolve ampliação, readequação e reposicionamento de unidades, alfandegadas ou não, para aumentar a capacidade de atendimento aos clientes”, afirma Pietro Paroni, gerente comercial da empresa para a região Sul. Ele estima que o faturamento da Multilog chegue a R$ 1,5 bilhão já em 2025.
São Paulo receberá maior fatia dos recursos
Do total previsto, R$ 350 milhões serão investidos já em 2026. A maior parte dos aportes será destinada ao Sudeste, Sul e Nordeste, com destaque para São Paulo, que deve receber R$ 500 milhões. “São estados com forte peso econômico e demanda reprimida por soluções logísticas”, explica Paroni.
O novo plano também considera os efeitos da Reforma Tributária. Com o fim dos incentivos fiscais do ICMS, a expectativa é de maior concentração de investimentos em estados com economia mais dinâmica, como São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
A ampliação contemplará setores como saúde, químicos, alimentos e bebidas, cargas industriais e especiais, como papel e celulose, peças de energia e veículos para mobilidade urbana. Em algumas estruturas, a reestruturação poderá multiplicar por cinco a capacidade de movimentação, inclusive com mudança para áreas mais amplas.
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