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DOMINGO,30 DE AGOSTO DE 2026
Santa Catarina

Em Brasília, governador Jorginho Mello defende debate técnico e aprofundado para endurecer legislação contra o crime organizado

O governador se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e defendeu debate técnico e aprofundado sobre o projeto de lei para garantir eficácia e segurança jurídica

Em Brasília, governador Jorginho Mello defende debate técnico e aprofundado para endurecer legislação contra o crime organizado
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O governador Jorginho Mello esteve em Brasília na tarde desta quarta-feira, 12, onde participou de uma reunião estratégica com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para debater o Projeto de Lei 5582/25, que visa endurecer as penas contra o crime organizado.

Ao lado dos governadores do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, de Minas Gerais, Romeu Zema, de Goiás, Ronaldo Caiado e da vice-governadora do DF, Celina Leão, o governador de Santa Catarina defendeu a necessidade de cautela e de um debate técnico aprofundado antes da votação da matéria.

O objetivo do encontro, segundo a comitiva de governadores, não foi discutir o mérito do texto em si, mas garantir que a proposta seja amplamente analisada por todos os entes envolvidos na segurança pública.

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Foto: Nohlan Hubertus / SAN

“Santa Catarina tem tolerância zero contra o crime e somos totalmente favoráveis ao aumento do rigor da lei contra facções. Esta é uma pauta do Brasil, não é uma pauta de partido ou ideologia, e é exatamente por isso que estamos aqui”, destacou o governador. 

“Nossa preocupação é construir uma legislação que seja duradoura, eficaz e acima de tudo constitucional. De nada adianta aprovar um texto às pressas, que pode ser facilmente derrubado na Justiça e que não trará o efeito prático que a sociedade espera”, acrescentou Jorginho Mello.

Os governadores solicitaram ao presidente da Câmara um prazo maior para que o projeto seja debatido de forma minuciosa, envolvendo o Poder Judiciário, o Senado Federal e, principalmente, os secretários estaduais de Segurança Pública, que lidam diariamente com a realidade do combate ao crime.

“Precisamos de instrumentos sólidos. A segurança pública é feita pelos estados, e os operadores da segurança precisam ser ouvidos para que a lei seja uma ferramenta efetiva para nossos policiais na ponta da linha”, reforçou Jorginho Mello.

Foto: Nohlan Hubertus / SAN
FONTE/CRÉDITOS: Assessoria de imprensa da Secretaria Executiva de Articulação Nacional

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