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Sexta-feira, 06 de Março 2026

Notícias/Economia

Governo federal prepara novo plano para auxiliar setores atingidos por tarifas

A iniciativa visa produtos como aço e alumínio, que enfrentam alíquota adicional de 50% nos EUA, e autopeças, com tarifa de 25% no mercado estadunidense.

Governo federal prepara novo plano para auxiliar setores atingidos por tarifas
© Paulo Pinto/Agência Brasil
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O Executivo federal articula uma nova iniciativa de apoio a segmentos da economia nacional que seguem impactados pelas sobretaxas aplicadas pelo governo dos Estados Unidos.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (27) que “estamos estudando para podermos dar um apoio às empresas que estão na Sessão 232”. Essa categoria engloba, por exemplo, o aço e o alumínio, que enfrentam uma alíquota adicional de 50%, e as autopeças, com uma taxa de 25% no mercado norte-americano.

Segundo Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a proposta é que o novo programa seja uma continuação do “Brasil Soberano”, uma ação implementada no ano anterior para auxiliar exportadores atingidos pelo aumento das tarifas, popularmente conhecido como “tarifaço”.

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Mercadante esclareceu que esta nova fase do plano empregaria exclusivamente verbas já existentes no BNDES, eliminando a necessidade de aportes do Tesouro Nacional.

Na capital paulista, Mercadante detalhou: “Os recursos já existem, agora tem que ser modelado. A Fazenda está estudando e diz que já desenhou a iniciativa. Nós estamos aguardando agora para o presidente Lula definir a estratégia, mas os recursos existem. Tivemos uma boa experiência com o Brasil Soberano e faremos um Brasil Soberano 2.0. Essa é a ideia básica. A gente conhece o caminho e agora é priorizar esses setores que estão mais penalizados.”

No programa “Brasil Soberano” inicial, o BNDES disponibilizou uma linha de crédito emergencial de R$ 30 bilhões, contudo, apenas aproximadamente R$ 17 bilhões foram efetivamente utilizados pelas empresas. A intenção é aproveitar parte do saldo remanescente para auxiliar os segmentos que persistem sob o impacto das tarifas. “São empresas que estão sendo desvalorizadas de forma mais longeva”, justificou Mercadante.

FONTE/CRÉDITOS: Elaine Patrícia Cruz - Repórter da Agência Brasil
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