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O ministro Cristiano Zanin, integrante do STF, ficou encarregado de relatar a solicitação apresentada pela campanha de Eduardo Paes. O objetivo é paralisar os efeitos da determinação judicial que viabiliza a vitória antecipada de Douglas Ruas no pleito fluminense.
A definição do relator ocorreu por meio de um sorteio eletrônico automatizado no sistema da corte.
Magistrados como Dias Toffoli, Nunes Marques e André Mendonça ficaram de fora da seleção por já terem integrado o colegiado que analisou a matéria no TSE.
Anteriormente, o tribunal superior optou por invalidar a votação atribuída a Anthony Garotinho no último domingo (4). Com a retotalização ordenada, Ruas tem chances reais de superar a marca de 50% dos votos válidos.
Diante desse cenário, o TRE-RJ comunicou que a nova contagem para sacramentar o resultado acontecerá no próximo sábado (10).
Em sua manifestação, a defesa jurídica da coligação de Paes sustenta que a soberania popular nas urnas precisa ser respeitada integralmente.
Os representantes legais argumentam que a exclusão dos sufrágios de Garotinho reverbera de maneira ampla no pleito.
Conforme os advogados, suprimir a disputa de segundo turno do eleitorado sob o argumento de descartar tais votos representa um desrespeito à população do estado, visto que a maioria não escolheu Ruas na etapa inicial.
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